Tempo é o bem mais precioso do universo. E a astrologia é o conhecimento que a humanidade inventou para acompanhar sua dança.
Uma das primeiras manifestações de pensamento cientifico da humanidade deriva da observação e registro da relação que existe entre os sinais do céu e os acontecimentos aqui na terra.
O céu revela períodos e ciclos como o dia e a noite, referentes ao sol, assim como também a relação das marés e as diversas fases da lua.
Toda vez que a gente tenta entender como funciona o tempo, em primeiro lugar dirige o olhar ao céu, porque nele encontraremos uma medida certa, uma matemática que se revela por meio da coreografia dos astros.
A história da astrologia está intimamente ligada ao esforço que a humanidade vem fazendo para sincronizar as atividades aqui na terra com esses movimentos planetários.
É por isso que a astrologia sempre esteve presente na construção dos calendários, e hoje em dia a vida complexa das sociedades modernas seria virtualmente impossível sem a presença de agendas e calendários.
Calendários e agendas são expressões do tempo, e tempo é expressão de movimentos planetários.
No entanto, o tempo é um paradoxo, já que cada ser humano pode ter uma experiência diferente dele.
A mais clara prova disso é que cada tribo humana tem um calendário diferente. Calendários e religiões sempre caminharam juntos.
Mas apesar de que a visão humana possa encontrar diferenças e paradoxos na contemplação do tempo, esse ente abstrato que permeia o universo inteiro, e submete deuses, galáxias e planetas é absoluto.
Nada existiria se não houvesse tempo.
A Relatividade do Ano 2000 e Início do Terceiro Milênio
Se quiséssemos ser realmente exatos, o verdadeiro ano 2000 teria de ser 1997 contando a partir do verdadeiro nascimento de Cristo, que aconteceu por volta de 4 a.C.
Enquanto o ano era 2000 para a tribo cristã:
Era 2753 para o antigo calendário romano;
2749 para o antigo calendário babilônio;
6236 para o calendário egípcio, que foi o primeiro a ser construído;
5760 para o calendário judeu;
1420 para o calendário muçulmano;
1378 para o calendário persa;
1716 para o calendário copta;
2544 para o calendário budista;
5119 do atual grande ciclo Maia;
224 para o ciclo que começou com a revolução francesa.











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